terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Soneto das mãos atadas ( Ou soneto de futura fidelidade)

De tudo, ao teu amor serei o calar
Antes, como tu me pedistes, e sempre
Que mesmo em face da omissão do que se sente
Nele seja mais bonito o meu sonhar

E por querê-lo em cada vão momento
E em desespero espalhei meu pranto
No beijo que foi dado, na moça sem encanto
Pois meus lábios só em ti encontrariam o contentamento

E assim, por mais tarde que me procures
Quem sabe embaixo de teus lençóis, neste emaranhar
Quem sabe as mãos, buscando o que ainda não tem

Eu sei que irão se encontrar
E que esta noite não seja imortal, pois o sol aí vem
Mas que seja infinita enquanto dure

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Um brinde ao plágio! Ou seria uma homenagem?


Vai saber...


Ps: Para a princesa do palácio de cristal.

7 comentários:

nataliakochem disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
nataliakochem disse...

"O travesseiro"

Erick Sam disse...

adorei a poesia porem como nao entendo porra nenhuma de poesia nem vi o plagio kkkkkkkkk;.....parabens rice vc escreve sempre muito bem^^

http://mysolitudewords.blogspot.com/

Erick Sam disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Jefferson de Morais disse...

R.L., a paródia é um dos recursos literários que poucos bem sabem usar.
Achei linda a homenagem ao "Soneto de Fidelidade".
Abraço,
Jefferson, mais um bêbedo.

Vitutc disse...

Só dá pinguço nessa porra manow!!
-x-
Favori de mon enfance.

Mauricio disse...

... é uma homenagem, sem dúvida minha querida!Parabéns linda!!
=)